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A FAZENDA

 

Fazenda Boca da Onça: um projeto comprometido com o meio ambiente
 

  

Equipe Boca da Onça                     Plantio de Mudas por estudantes    Visita de funcionários do Ibama


 

A fazenda Boca da Onça foi adquirida em 1988, pelo empresários paulistas Haroldo e Angela Quartim Barbosa, com a específica finalidade de criação de gado. Anteriormente a fazenda era conhecida pelo nome de Tabogã. Tanto seu antecessor, como seus proprietários atuais, tinham total desconhecimento das maravilhas que se escondiam sob a vasta mata nativa.

Explorando e caminhando com muita dificuldade é que o potencial turístico dessa fazenda foi descoberto. Em 1988 nem se falava em turismo ecológico por essa região do Brasil. Somente na década de 90 é que tiveram início, em Bonito, a exploração profissional do turismo e a preocupação com a conservação do meio ambiente.
 

Haroldo é neto de Cristóvam Ferreira de Sá, um dos primeiros ecologistas brasileiros, pois fundou, em 1949, na cidade de São Paulo, a CAAPAN NATURAE SEMPER – Campanha Associativa de Proteção á Natureza (declarada de utilidade pública por decreto estadual, em 1952) e Ângela é neta do suiço Max Wirth, um dos pioneiros e desbravadores dos estados de Mato Grosso e de São Paulo, no início do século passado. 
 

  


O nome Boca da Onça se originou devido a uma estória contada pelo antigo proprietário relatando as suas peripécias ao tentar salvar um veado da boca e das garras de uma onça, na fazenda, há muitos anos atrás. Essa e outras estórias contadas pelos peões fazem parte do folclore da região.

 

Um dos grandes diferenciais da Boca da Onça é o seu zelo pelo meio ambiente. Hoje, dos 2000 hectares, área total da fazenda, 45% são dedicados à pecuária e 55% à preservação ambiental. O objetivo é a conservação das matas, das nascentes de água e do rio Salobra. Todas as nascentes, córregos e sua mata ciliar estão cercados e os visitantes caminham apenas por trilhas e passarelas – especialmente construídas para impedir a erosão e o  pisoteio sobre as raízes das árvores. Na época da seca a atenção se canaliza para a prevenção de incêndios. A fazenda possui todo o equipamento necessário e o pessoal treinado, através de cursos especializados ministrados pelo IBAMA, para combater o fogo.

 

O trabalho de preservação também abrange a coleta seletiva do lixo. É uma norma da fazenda que se estende a todos os seus moradores. O lixo seco é separado para que papéis e plásticos sejam incinerados e vidros e metais (latinhas prensadas) sejam encaminhados para a cidade de Bodoquena. As sobras orgânicas da cozinha são destinadas à compostagem para a horta e o jardim.

 

A pecuária é exercida numa área de 900 ha de pastagens. Como o solo é extremamente fértil a capacidade de suporte da fazenda é de 2,33 cabeça/ha, o que comprova o alto índice de produtividade do solo da Serra da Bodoquena. A genética do rebanho provém da raça zebuína Guzerá (originária da Índia). O rebanho de Haroldo Quartim Barbosa é conhecido sob o nome Marca Sol e atesta um trabalho eficiente de seleção genética que vem sendo desenvolvido desde 1995.

 

Saiba mais:

Guzerá Marca Sol:
www.marcasol.com.br

 

 

 Serra da Bodoquena: breve história da região

 

  

Indígena da Tribo Kadiwéu             Índios Guaicurus (Guerreiros)          Cerâmica típica dos Kadiwéu

 

Essa região pertence à área do grande Pantanal que os antigos exploradores chamavam de Mar de Xaraés. Aqui ainda vivem os índios Kadiwéu, descendentes da antiga tribo Guaicuru, os únicos guerreiros cavaleiros do Brasil. Nos conflitos, escondiam-se na lateral do dorso dos cavalos para iludir os inimigos, fazendo-os crer que os animais estavam sem montaria.

 

Os Guaicurú, bravos combatentes que se distinguiram pela liderança e estratégia em ação, ajudaram os portugueses a manter o Brasil para si, durante o século XVI, para que não ficasse sob o domínio espanhol.

 

Na Guerra do Paraguai (1864-1870), que foi o conflito armado mais longo da América do Sul, os Kadiwéu lutaram ao lado dos brasileiros, razão pela qual tiveram parte de suas terras reconhecidas e hoje vivem na reserva Terra Indígena, na Serra da Bodoquena.

 

O povoamento das terras próximas à serra teve início somente na década de 1830. Mas foi devido à implantação, pelo governo, de uma colônia agrícola, em 1948, que em 1950, os primeiros colonos se instalaram definitivamente onde hoje é a cidade de Bodoquena.

 

A cidade de Bodoquena foi distrito da cidade de Miranda e chamava-se Campão até 1982, quando emancipou-se, tornando-se Bodoquena, que na língua indígena significa "Nascente em cima da Serra".

 

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A Boca da Onça Ecotour é uma empresa de turismo receptivo focada na qualidade dos serviços, do atendimento e na preservação do meio ambiente
 

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